quinta-feira, 23 de setembro de 2010

André Aparicio, amo-te

Com o passar do tempo vou-me sentindo cada vez mais feliz.
Muita coisa aconteceu desde o verão de 2009. Momentos bons e maus.
Durante todo este tempo, tive ciúmes sem o demonstrar, amei sem admitir, senti coisas que não conseguia explicar.
Tantos momentos que passámos juntos :$ o meu parceiro de dança, o grande amigo, o companheiro para todos os momentos.
Contigo, já ri, já chorei, já sorri sem saber o motivo.
Habituei-me à tua presença constante (mesmo estando longe), à preocupação, ao carinho, aos abraços, às ofensas. No fundo, não me imagino sem ti, sem a tua presença na minha vida.
Não há melhor forma de começar o dia, a não ser a falar contigo.
A minha vida faz tanto sentido ao teu lado :$
Por vezes deito-me na cama e fico a pensar nos nossos momentinho. Aquelas danças onde o tempo parece parar, onde se nota a nossa cumplicidade.
Contigo não tenho medo de fazer planos para o futuro, não tenho medo de sonhar, porque é contigo que tudo isto faz sentido, é contigo que quero realizar tudo isto.
Todos os dias quando falamos, penso no futuro. Somos tão parecidos em tantas coisas que é inevitavel não ter a certeza de que é contigo que tenho e quero ficar, de que é contigo que sou feliz.
Já te disse mas volto a repetir, que quando vejo o carinho com o Bernardo, o cuidado com o Santiago, a paciência com a Matilde e as brincadeiras com a Diana e a Leonor, sinto que vais ser o melhor pai do mundo para o Rodrigo e para a Mariana.
Contigo é tudo tão perfeito, tão mágico @
Sorrisos, caras feias, olhares, danças, mensagens de bom dia, fotos, brincadeiras, carinhos, cumplicidades, golos dedicados, jantares com a sogra, arrepios, MOMENTOS que passei contigo e que nunca vou esquecer.
Preciso de ti, porque és o mais importante meu reles, porque te AMO André Matos Aparicio (meu rei)

sábado, 10 de julho de 2010

Aqui estou eu nesta rampa a ver as estrelas... já não fazia isto desde a Páscoa passada e as saudades já eram mais que muitas.
As estrelas são iguais em todas as partes do Mundo, mas aqui, para mim, tem um significado especial e diferente. Foi aqui nesta rampa que eu aprendi a ver o céu de uma outra forma, que aprendi a dar um outro valor às estrelas. Quando dei por mim, as estrelas eram a única forma de o sentir mais perto, de me sentir mais protegida.
Ultimamente os meus textos falam sempre dele, das estrelas, do significado e da rampa. É um tema que mexe muito comigo e do qual não me canso de falar (desculpem).

No dia em que cheguei, dei por mim a chorar e não sabia ao certo o porquê. Até que me apercebi, de que as lágrimas deviam-se ao facto de não o ter aqui para mim, de não ter aquele abraço apertado à chegada.
E pronto, é hora de ir ter com os meus companheiros de viagem, pois agora, são eles que tem o poder de me voltar a fazer sorrir. Fica prometida mais uma viagem a esta rampa, quanto mais não seja no Verão...com ou sem a companhia dele.

mag
É verdade pessoal, eu admito, à algum\muito tempo (mais de 1 mês) que não publico aqui nada (desculpem). Mas entre stress de fim de aulas, planear a viagem, ir de viagem, regressar a casa (e receber a noticia de que a data para entrega da matricula é no dia seguinte -.-), passar os dias na preguiça, anos da melhor amiga e da irmã, acabei por não ter tempo nem inspiração para publicar aqui nada. Mas agora que as férias parece que acalmaram um bocadinho, prometo escrever mais. Para verem que eu não sou rapariga de falhar com o prometido, deixo-vos aqui um texto (mais um do mesmo tema, eu sei) que escrevi enquanto lá estive. Beijinhos e abraços.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Na amizade verdadeira não há personagem principal

Tal como a isa disse no seu texto, eu tambem tenho orgulho em dizer que um dia pertenci à comunidade. Partilho da mesma opinião que ela, quando se diz que um dia uma reclamou o papel principal e tudo acabou. Aquela história era de nós as 4, todas eramos as protagonistas, todas escrevíamos a história da mesma forma, nenhuma brilhava ou tinha um papel mais significante que as outras, até um dia...
Um dia tudo mudou, a história acabou e as quatro protagonistas seguiram caminhos opostos, quer dizer, quase todas... Seguimos o caminho duas a duas. As outras duas não sei como se sentem, o que pensam, o que gostavam de dizer e não disseram, ou até mesmo se tinham algo para dizer, mas sei o caminho de nós as duas (o meu e o da isa), sei que pensamos da mesma maneira, que seguimos o nosso rumo, que fazemos planos juntas, que vivemos os momentos da mesma forma e com a mesma intensidade. A nossa amizade resiste, porque pelo menos até hoje, nunca nenhuma de nós reclamou o papel principal, o lugar no trono deste nosso reino encantado (onde a partir de hoje, só entra quem nós queremos).
Agora encontrámos a verdadeira amizade, mesmo ao nosso lado (Rafa e Daniel) e começámos uma nova história, a história dos quatro perfeitos, e aqui, não há personagem principal.
mag

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Prima

Não sei como começar... A nossa amizade e a nossa união só começou em meados de 2007, o nosso primeiro verão juntas. A partir daí nunca mais nos deixámos, estivemos sempre perto uma da outra.
Entretanto descobrimos que éramos primas, e ficámos ainda mais unidas. Consegui fazer com que gostasses de Lamosa, o que pensei ser impossivel. De um momento para o outro, já te davas com toda a gente e já não te querias vir embora.
Este verão que passou marcou a nossa vida.
Tenho orgulho em ti, por tudo o que já aconteceu e por tudo o que conseguis-te superar. Se o teu desejo não se conseguir realizar desta vez, eu vou estar aqui para te apoiar, para te ajudar a continuar esta batalha. Tenho confiança em ti e sei a coragem que habita dentro do teu coração e da tua alma.
Ao inicio parecia tudo muito mais dificil, mas agora que já viste outras pessoas, outros exemplos, não te parece tudo um bocadinho menos doloroso? Não consigo passar para o papel tudo aquilo que sinto em relação a ti. Já passámos por muita coisa juntas. Aquelas páscoas e aqueles verões em Lamosa, são as nossas maiores e melhores aventuras e momentos. Os jogos de matrecos de perna levantada, as botas no Verão, a cumplicidade, só podíamos ser primas.
Quando contamos a alguem que somos primas ninguem acredita, e quando sabem que somos primas em 3º grau dizem que isso já não conta, mas de uma coisa podem ter certeza, somos primas e vamos ser sempre. Se é em 3º ou em 1º grau não interessa, provavelmente se fossemos primas de uma forma mais directa não seríamos tão amigas, tão unidas e tão cúmplices. Tudo para te dizer que tenho orgulho em ti, que te AMO e que vou estar aqui sempre. Nunca te vou deixar sozinha, preciso de ti para sorrir (principalmente quando não me apetece).
Amo-te Bárbara Pina Heitor

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Princesa Rita

Não sei bem o que dizer acerca de ti e desta nossa amizade.
Uma amizade que despontou de um momento para o outro, duma forma inexplicável. Arrisco-me até a dizer que foi “empatia à primeira vista”.
A primeira vez que falámos (acho eu), foi no Café do Vasco e lembro-me que logo aí, nos demos super bem.
Não imagino um verão sem te ver. És demasiado importante princesa.
Em Lisboa só falamos por sms e por msn, mas a vida escolar não nos permite muito mais que isso, é pena. Gostava de te ver muitas mais vezes, de falar contigo todos os dias, mas não é possível.
És a minha princesa(sabes disso), já não sou capaz de viver sem ti.
Estarei ao teu lado sempre, nos bons e nos maus momentos, porque a ideia de te ver sofrer faz-me sofrer a mim tambem, é uma sensação de inutilidade poque não consigo fazer
nada para te ajudar, acho sempre que não é suficiente. Sempre que me for possível quero partilhar sorrisos e limpar-te as lágrimas. Estou aqui ao teu lado e vou estar sempre. A palavra sempre é demasiado forte, e não a uso com todas as minhas amizades, mas contigo uso sem a minima duvida, sem pensar duas vezes.
Confio em ti mais do que em muitas outras pessoas, com as quais tenho uma relação diária.
Amo-te como se fosses minha irmã. Ainda vamos ser muito felizes juntas, não duvido. Quando olhares para o lado, eu vou lá estar, porque juntas podemos chegar onde nunca ninguem foi. Amo-te minha princesa, amo-te Rita Vanessa Aparicio Aguiar Alves.

mag

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Cidade vs Campo

A cidade é demasiado agitada. Todos nós nos habituamos a isto, mas se pensarmos bem, é agitação a mais.
A cidade é diferente do campo. Ao contrário do que acontece no campo, na cidade ninguem se conhece.
A vida de quem vive na cidade, é vivida “à pressa”, sem dar muita importância às mais pequenas coisas da vida, como o cantar dos pássaros numa tarde de primavera, como o “bom dia” que se ouve ao passar, entre tantas outras coisas.
Provavelmente, as pessoas que sempre viveram na cidade, não a consideram assim tão agitada, mas quem já viveu ou passou férias (como é o meu caso) no campo, sabe distinguir, e sabe do que aqui falo.
O stress é como que “o prato do dia” na cidade. Será que ainda ninguem pensou em abrandar o ritmo de vida?
Por vezes, a escuridão permite-nos ouvir o nosso próprio silêncio. Já alguma vez experimentaram? Na cidade parece-me impossível.

mag